28 junho 2011

E sãO taNtaS mArCas...

Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar...

Quem acompanha meu blog sabe que gosto das letras de Herbert Vianna.
E hoje distraindo a mente com uma de suas músicas na voz de Maria Gadú, paro e reflito na forma e nas marcas que a vida nos deixa.

Tudo que carregamos de uma caminhada, seja, tristeza, alegria, bagunça, nos marca de alguma forma, nos molda de alguma forma para um dia seguinte diferente. Quando lemos MARCAS, geralmente é fácil associar a "feridas". Mas não são nelas que quero me focar, quero expor a ideia de "marcar".

Pode ser aquela bela conversa com um amigo que te disse a verdade e te fez chorar, simplesmente por ser seu amigo. Isso foi uma boa marca, pode ser aquela decisão que doeu tomar, mas que foi a melhor possivel e te fez bem, isso é outra marca.

E ao passar por cada situação, enxergamos como diz Herbert Vianna: "Ainda sei me virar".

Algumas vezes a letra fala por si só. Que vc então possa deixar que ela fale a você da sua forma, porque nessa noite sem sono, ela falou a minha forma.


Quando tá escuro
E ninguém te ouve
Quando chega a noite
E você pode chorar
Há uma luz no túnel
Dos desesperados
Há um cais de porto
Pra quem precisa chegar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar...

Uma noite longa
Pra uma vida curta
Mas já não me importa
Basta poder te ajudar
E são tantas marcas
Que já fazem parte
Do que eu sou agora
Mas ainda sei me virar
Eu tô na lanterna dos afogados
Eu tô te esperando
Vê se não vai demorar...

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