14 junho 2011

sOliDão RouBadA

"Odeio quem me rouba a solidão sem em troca me oferecer verdadeiramente companhia". Nietzsche.

Nietzsche foi sábio ao dizer isso, muitas vez nos conformamos com migalhas de atenção, quando nossa solidão para nós mesmos é completa e mesmo assim não a queremos.
Ser humano não é um ser absoluto, é um ser inconstante, que não tem regras ou promessas, que não tem nada além da vontade de viver a sua maneira.
Caminhamos, anseamos, entregamos tudo de nós sem retorno, sem saber a garantia. E caminhar dessa forma muitas vezes dói.
Dói se doar, dói se entregar. Mas é necessário, pois assim vemos o quanto querem a nossa entrega.

Gosto da citação da escritora Fernanda Mello: " Tudo com o que eu me importo, ME IMPORTA MUITO. Me suga, me leva, me atrai, se funde com tudo o que sou e me consome. Toda. Por inteiro. Sorte minha me doar tanto - e com tal intensidade - e ainda sair viva dessa vida."

Enfim sou assim, não ligo que goste de mim em parte, mas qro que me aceitem por inteiro!

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